Ana Rego

Grande paixão: música (dança, experimentou dança jazz no liceu e cantou e tocou guitarra no grupo de louvor da igreja). Escolheu humanidades para enveredar pela área de jornalista ou psicologia. Ainda pensou em desporto, mas faltava a literatura. No jornalismo via um meio para comunicar com o mundo, levar sorrisos e fazer sorrir as pessoas. Na psicologia era a necessidade/vontade de perceber melhor cada ser-humano para poder ajudá-lo a encontrar-se. Aos 18 acabou por entrar em comunicação social na Católica de Lisboa. Depois de um estágio curricular na Rádio Renascença, passou por um suplemento de Saúde na Kapital onde teve a oportunidade de escrever sobre temas relacionados com distúrbios mentais, nomeadamente uma criança autista que despertou nela uma vontade ainda maior de descobrir as pessoas, o que sentem o que vêem… Já numa altura complicada para a área de jornalismo, teve que tomar uma decisão: ficar no suplemento que alimentava a alma mas não o corpo ou ir para um jornal de economia, cujo tema sempre tinha evitado. Por questões racionais e de consciência acabou por ir para o Jornal de Negócios. Depois do choque dos números, gráficos etc, a assimilação da matéria e, finda essa fase, o início do entusiasmo com o sobe e desce da bolsa, a política que nos governa. No site do Negócios escrevia sobre tudo um pouco mas também editava artigos dos colegas. Uma das suas grandes paixões surgiu por acaso. Primeiro pela mão da RTP que convidou o Negócios para seus parceiros através de directos de cerca de 2 minutos sobre bolsa no “Bom Dia”. E, anos mais tarde, como pivot, do programa que o jornal passou a ter na CMTV.